domingo, 26 de maio de 2013



SUGESTÕES DE VÍDEOS SOBRE TECNOLOGIA

ü  Help Desk na Idade Média
Duração 2min e 39seg, em inglês com legenda em português

O vídeo “Help Desk na Idade Média” apresenta de forma irreverente e cômica o surgimento da informação em forma de livro e a dificuldade que o personagem apresenta ao manusear esta nova ferramenta que, a principio, parece tão complicada. E inevitável não realizarmos um projeção para os dias atuais em que temos que dominar toda a tecnologia a que temos acesso.


ü  Did You Know 2.0
Duração 8min e 19 seg, com legenda em português


Interessantíssimo, o vídeo mostra como tem funcionado o mundo globalizado desde o advento do meio técnico-científico-informacional. O mesmo apresenta mudanças ocorridas na Era da informação e faz previsões de mudanças extremas no trabalho, na ciência e no estilo de vida em geral em um curto espaço de tempo. Quanto às previsões a longo prazo, estas tornam-se difíceis, pois o crescimento e as mudanças ocorrem em um ritmo inalcançável. Mesmo assim, é possível prever a superação da inteligência humana pela inteligência artificial. Num mundo em que a mudança ocorre em ritmo avassalador, é preciso repensar o papel da educação diante das novas tendências e exigências do mercado de trabalho. Neste turbilhão ilimitado de mudanças que tomou conta da vida cotidiana nesta Época exponencial, rapidamente mudam também nossos conceitos, sentimentos, objetivos e até o sentido da vida. No entanto, tais questões que hoje ainda são essenciais, provavelmente ficarão em segundo plano, num futuro bem próximo, quando as pessoas dificilmente terão tempo para pensar em suas vidas. E daqui para lá, como serão suas vidas?

“Concepção de Educação Especial

RESUMO:

O texto “Concepção de Educação Especial” da Fundação Catarinense de Educação Especial – FCEE trás uma síntese da trajetória da Educação Especial no mundo, no Brasil e no Estado de Santa Catarina. O mesmo trata dos diferentes papéis da pessoa com deficiência e da Educação Especial no processo de transformação da sociedade, fazendo um passeio por diferentes momentos históricos que vão desde a época medieval (quando se eliminava a pessoa com deficiência), passando pelo momento em que se buscou a ciência para explicar a existência de pessoas “diferentes”, o surgimento dos primeiros atendimentos (baseados na perspectiva clínica, segregacionista de isolamento assitencia) assistência), até o início do processo de democratização social ocorrido após as duas Grandes Guerras, o que contribuiu para a redefinição de diretrizes políticas de educação inclusiva, no mundo, no Brasil e no Estado de Santa Catarina. Trata-se de um texto convidativo e, ao mesmo tempo, sintético e abrangente. Vale a pena conferir!
BRASIL.FCEE. Concepção de educação especial. Santa Catarina. Disponível em WWW.fcee.cs.gov.br.pdf . Acesso em 18/05/2012.

TEXTO NA ÍNTEGRA

A educação especial, tanto quanto a educação regular, tem caminhado historicamente no sentido de garantir o seu papel no processo de transformação da sociedade. Mais especialmente, em relação à educação especial, esta busca tem se pautado em diferentes concepções de homem e de mundo que, consequentemente, conduzem a diferentes abordagens do ponto de vista da metodologia, pesquisa, produção tecnológica, terminologia entre outros.
O processo histórico revela momentos distintos em relação ao papel e o lugar ocupado pela pessoa com deficiência na sociedade. Historicamente temos conhecimento, eram os deficientes eliminados de diversas formas (eliminação no sentido do extermínio e no sentido do asilo). Esta atitude provinha da preocupação do grupo social no sentido do "não ver". Desde a época mais primitiva passando pelo Cristianismo, Idade Média e Reformismo, todos os momentos da sociedade eram explicados pelo prisma dualista de Deus e Diabo, Céu e Inferno, Bem e Mal. Neste contexto os deficientes eram encarados como: "crianças de Deus" ou "indivíduos possuídos pelo Satanás" e assim, eram condenados ao extermínio. Com a busca do homem em torno da resposta mais científica para os fenômenos sociais, ocorrem as primeiras tentativas de "classificar" os deficientes a partir de conceitos provenientes da biologia.
Surgem as primeiras iniciativas de atendimento em instituições (autênticos guetos, depósito e reserva de segregados) assumidas pela sociedade civil, representada em sua maioria por instituições filantrópicas que na sua trajetória, a despeito de se constituir um grande esforço dos segmentos sociais, mantém resquícios do habitual isolamento. Ainda hoje, existem instituições de educação especial que, predominantemente, fundamentam sua prática na guarda e assistência.
As sequelas catastróficas das duas grandes guerras mundiais criam movimentos de caráter sócio-político (eliminação de práticas discriminatórias) e éticos (movimento em favor dos direitos civis), que caminham visando o processo de democratização social. Esses movimentos contribuíram para que os países membros de convenções e conferências internacionais redefinissem diretrizes políticas de educação inclusiva.
Assim, o Brasil, a partir do final do século XX, redefine a política educacional na perspectiva da inclusão das minorias lançando, no âmbito da educação especial, o documento: Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (Resolução 02/2001 do Conselho Nacional de Educação) no qual considera:
Por educação especial, modalidade da educação escolar, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desemvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica. 
Santa Catarina, na mesma esteira da Resolução 02/2001 do CNE, redefine a  política de educação especial do Estado e, mediante a Resolução 112/2006 do Conselho Estadual de Educação, estabelece:
A Educação Especial integra o Sistema Estadual de Educação de Santa de Catarina, caracterizada como modalidade que demanda um conjunto de procedimentos e recursos específicos que visam ao ensino, à prevenção, à reabilitação e à profissionalização da pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades.(Artigo 1º)
Quanto ao Sistema de Ensino e aos Centros de Atendimento Educacional Especializados em Educação Especial, a mesma Resolução define:
A Educação Especial, no âmbito do sistema de ensino, deve ser compreendida como uma modalidade transversalizada nos níveis de ensino, etapas e modalidades da Educação Básica, organizada para apoiar, complementar e suplementar a aprendizagem dos educandos de que trata essa Resolução.(Artigo 4º)
A Educação Especial, no âmbito dos Centros de Atendimento Educacional Especializados em Educação Especial – CAESP, deve ser compreendida como [diretriz inerente aos Centros, desenvolvida mediante] programas educacionais e/ou reabilitatórios [pedagógico, reabilitatório, profissionalizante e de assistência social] voltados ao atendimento das necessidades dos educandos de que trata essa Resolução...(Artigo 7º, grifo dos autores).






DOCUMENTOS LEGAIS QUE DEFINEM A EDUCAÇÃO ESPECIAL


Coleção “A Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar”. Encontre no site: http://portal.mec.gov.br
ü  Localize SECADI, entre nas SECRETARIAS listadas no lado direito do portal
ü  Clique no botão PUBLICAÇÕES
ü  Clique no link EDUCAÇÃO ESPECIAL
ü  Encontrará vários materiais disponíveis para pesquisa, inclusive esta coletânea. Cada fascículo pode ser baixado no computador pessoal clicando sobre o mesmo com o botão direito do mouse e, depois, descompactado. Para descompactá-lo, localize o arquivo que foi baixado em seu computador (extensão.zip) e clique sobre o mesmo com o botão direito do mouse, opção EXTRAIR TUDO. Será disponibilizada a versão em PDF e em MEC DAYSE. Ao todo são dez fascículos:
Fasc_01_-_A_escola_comum_inclusiva
Fasc_02_-_O_AEE_para_alunos_com_deficiência_intelectual
Fasc_03_-_Os_alunos_com_deficiência_visual_baixa_visão_e_cegueira
Fasc_04_-_Abordagem_bilíngue_na_escolarização_de_pessoas_com_surdez
Fasc_05_-_Surdocegueira_e_deficiência_múltipla
Fasc_06_-_Recursos_pedagógicos_acessíveis_e_comunicação_aumentativa
Fasc_07_-_Orientação_e_mobilidade,_adequação_postural_e_acessibilidade
Fasc_08_-_Livro_Acessível_e_informática_acessível
Fasc_09_-_transtornos_globais_do_desenvolvimento
Fasc_10_-_Altas_habilidades_-_Superdotação